Category Archives: CAIXA

Nota das entidades representativas dos empregados da Caixa

Reproduzimos abaixo nota das entidades representativas dos empregados da Caixa:

É com imensa preocupação que as entidades representativas dos empregados da Caixa Econômica Federal acompanham o anúncio de que o sócio e diretor do Banco Brasil Plural, Pedro Guimarães, será o presidente da empresa pública.

O Brasil Plural é o principal credor no processo de recuperação judicial da empresa Ecovix, na qual Caixa e Banco do Brasil também são credores. É evidente, portanto, a incompatibilidade, por conflito de interesses, de um sócio-diretor do Brasil Plural ocupar qualquer cargo de gestão nos bancos federais.

Além do evidente impedimento, pesa contra a empresa de Pedro Guimarães a suspeita de envolvimento na supervalorização artificial registrada pelo FIP Florestal, fundo do qual a Brasil Plural é gestora. A operação causou prejuízos à Funcef e à Petros e está sob investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no âmbito da Operação Greenfield.

Esses motivos tornam a indicação de Guimarães extremamente temerária e suspeita, para muito além dos interesses privatistas os quais, ademais, jamais foram mantidos em segredo.

É importante lembrar que a Caixa não pertence a um governo, mas ao Estado brasileiro. Ela mantém hoje a melhor estrutura de capital entre todos os bancos brasileiros, já alcançou este ano o maior lucro da sua história, vem sendo administrada nas últimas gestões por empregados de carreira e continua sendo o banco essencial para a sociedade. Precisamos estar atentos!

Fórum das Entidades Representativas dos Empregados da Caixa

Nota contra a privatização da CAIXA

A Social Caixa – Associação Nacional dos Técnicos Sociais e Assistentes de Projetos Sociais da CAIXA – vem a público manifestar-se veementemente contrária à privatização, ainda que parcial – por meio de uma abertura de capital -, da Caixa Econômica Federal.

Nos últimos dias foram veiculadas diversas notícias revelando movimentações para a privatização deste banco público.

No dia 06/10, uma reportagem do Valor Econômico[1] relatou uma reunião entre o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o presidente da CAIXA, Gilberto Occhi, para discutir o novo estatuto do banco estatal, por meio do qual seriam implantadas regras previstas na Lei das Estatais, num primeiro movimento rumo à abertura de capital.

Na segunda-feira 09/10, foi noticiado no Relatório Reservado que o governo Temer estaria tentando atrair bancos estrangeiros para participar do processo de privatização da CAIXA.

As notícias surgem em um contexto em que este governo anuncia a privatização da Eletrobrás, Casa da Moeda e Infraero, e não esconde ter os mesmos planos para os Correios[2][3].

Portanto, a CAIXA como empresa  social, executora de políticas públicas voltada à população mais necessitada, assim como as demais empresas públicas e todo o patrimônio do povo brasileiro encontram-se em risco. Esse cenário exige que cada um de nós se manifeste em defesa da CAIXA pública, pois o que está em jogo são as ferramentas de que dispomos para que o país possa desenvolver-se de maneira autônoma, com respeito ao meio ambiente e promovendo a justiça social.

Desse modo, conclamamos todos os que defendem a democracia e a soberania nacional a se somarem na luta em defesa da CAIXA, das empresas públicas, do patrimônio do povo brasileiro, das instituições democráticas e, em suma, da possibilidade da nossa gente construir o seu próprio destino!

Social Caixa

Outubro de 2017

[1] http://mobile.valor.com.br/financas/5148274/meirelles-e-occhi-discutem-novo-estatuto-da-caixa

[2] http://veja.abril.com.br/economia/governo-estuda-privatizar-correios-diz-ministro/

[3] http://painel.blogfolha.uol.com.br/2017/08/23/apos-privatizacao-da-eletrobras-governo-estuda-corte-em-plano-de-saude-dos-correios-e-pdv-na-ebc/

 

Caixa-004p

Nota: Reestruturação das Filiais 2017

A Social Caixa – Associação Nacional dos Técnicos Sociais e Assistentes de Projetos Sociais da CAIXA – vem a público manifestar sua preocupação com a reestruturação das Gerências Executivas de Habitação e Governo, anunciada na data de hoje (17/07/2017).

De acordo com as informações divulgadas até o momento, haverá a extinção de 8 unidades de Governo e 7 de Habitação; enquanto 15 gerências de Governo e 11 de Habitação passarão a ter o status de representação.

Tememos o impacto de tais mudanças na qualidade do acompanhamento do Trabalho Social, componente de extrema importância na promoção das políticas públicas de Habitação de Interesse Social, Saneamento e outras atreladas aos contratos vinculados à Caixa Econômica Federal.

Manifestamos também nossa apreensão acerca dos possíveis efeitos dessa reestruturação sobre as carreiras dos Assistentes de Projetos Sociais e Técnicos Sociais, profissionais que buscam o constante aperfeiçoamento a fim de qualificar os projetos do Trabalho Social nas intervenções de Desenvolvimento Urbano e Rural, e que agora podem estar diante de um obstáculo à sua progressão nesse ramo.

De todo modo, reafirmamos nosso compromisso de defesa intransigente da CAIXA como banco público e de seu papel social.

Social Caixa

17 de julho de 2017

APS/TS participam do 32º CONECEF, em defesa do papel social da CAIXA

Realizou-se em São Paulo, de 17 a 19 de junho, o 32º CONECEF – Congresso Nacional dos Empregados da Caixa Econômica Federal. O congresso reuniu bancári@s da CAIXA de todas as partes do país, que durante esses três dias debateram a pauta de demandas d@s empregad@s, a atual conjuntura e os desafios que esta apresenta. O 32º CONECEF foi pioneiro na promoção da equidade de gênero, ao estabelecer a paridade na composição das delegações.

Galeria de fotos da Social Caixa no 32º CONECEF

1º Seminário Nacional em Defesa dos Bancos Públicos

IMG_20160617_101321483

No primeiro dia do CONECEF e do Congresso do BB, foi promovido o 1º Seminário Nacional em Defesa dos Bancos Públicos. O seminário contou com três mesas, nas quais foram debatidas a situação dos bancos públicos e a atual conjuntura, sob o ponto de vista econômico, político e dos movimentos sociais.

Na primeira mesa, debateram os professores Fernando Nogueira da Costa e Márcio Pochmann.

Nogueira da Costa fez um balanço sobre a situação dos bancos públicos, apontando para a importância destes nas políticas de habitação e crédito rural e, portanto, para o desenvolvimento nacional. O professor defendeu que o cumprimento dos requisitos mínimos de capital próprio do acordo de Basileia atualmente restringe uma atuação mais arrojada das instituições financeiras públicas.

Em sua fala, Márcio Pochmann tratou do papel das recessões nas mudanças políticas. A recessão de 2008 permitiu que políticas anticíclicas fossem aplicadas, com papel fundamental dos bancos públicos, para a promoção de medidas que favoreceram a recuperação da economia e fortaleceram politicamente o 2º governo Lula. Na atual recessão, o que se vê é a interiorização do conflito de classes no seio do Estado, na disputa pela destinação dos fundos públicos – em suma, a escolha entre políticas sociais ou despesas financeiras. Nesse sentido, Pochmann defendeu a necessidade de se discutir o valor estratégico das empresas públicas.

Na segunda mesa, debateram o professor Emir Sader, a deputada federal Érika Kokay e o presidente da FENAE Jair Ferreira.

Sader apresentou um diagnóstico sobre a atual crise política. Ele ressaltou o caráter antipopular do governo interino, entendendo que este representa interesses do setor financeiro e empresarial. O professor apontou para as ameaças de retrocesso, principalmente no que diz respeito à legislação trabalhista, sob o argumento da promoção do “aumento da produtividade”, o que seria uma falácia.

Érika Kokay defendeu a tese de que o processo de impeachment da presidenta Dilma constitui-se num golpe, com participação decisiva de setores do judiciário, do parlamento e da mídia, denunciando o caráter conservador destes. Com efeito, Kokay apontou que “se há rompimento democrático, todos os direitos estão ameaçados.” Resta, contudo, a possibilidade da resistência. Em seu entendimento, se BB e CAIXA ainda são públicos, isso é fruto da resistência d@s trabalhador@s.

Por fim, Jair Ferreira apresentou um histórico das lutas recentes contra os projetos de lei que ameaçam as empresas públicas e a participação d@s trabalhador@s. Trata-se do PLS 555 (Lei Geral das Estatais) e do PLP 268 (que restringe a participação de trabalhador@s na gestão dos fundos de pensão). Como resultado de ampla mobilização e pressão, vários aspectos deletérios do PLS 555 puderam ser atenuados. Recentemente aprovado com alterações na Câmara, o projeto volta ao Senado. No fim de sua fala, foi apresentado um vídeo da campanha “Se é público, é de todos”, em defesa das empresas públicas.

Na terceira e última mesa do seminário, participaram o professor Ladislau Dowbor, Mariana Dias (UNE) e Gilmar Mauro (MST).

O professor Ladislau, que não pôde estar presente na 1ª mesa, apresentou sua crítica ao sistema financeiro brasileiro, que pratica juros estratosféricos e não demonstra qualquer tipo de preocupação em cumprir uma função social. Dowbor demonstrou como a taxa SELIC (taxa básica de juros) a 14,25% inviabiliza o desenvolvimento do setor produtivo no Brasil.

Mariana Dias, representando a UNE, falou da crise política atual, salientando a importância dos movimentos sociais na organização da resistência aos retrocessos na democracia e na cidadania. Ela também denunciou as tentativas de criminalização desses movimentos, citando o caso da UNE, que está sendo objeto de uma CPI, instalada por parlamentares que representam setores conservadores da sociedade.

Gilmar Mauro, do MST, apontou para as crises econômica, social e ambiental, para as quais o modelo neoliberal contribui decisivamente, em sua inesgotável necessidade de ampliar a rentabilidade do capital. Desse modo, apesar do diagnóstico pessimista, Gilmar ressaltou a importância da unidade d@s trabalhador@s frente a essa ofensiva.

Aprovação do regimento e apresentação das Teses

No final do primeiro dia, o congresso foi efetivamente iniciado com a discussão do regimento e sua aprovação.

Também houve a defesa das teses apresentadas pelas forças políticas, com seus diagnósticos a respeito da conjuntura e suas propostas de ação.

Grupos de Trabalho

IMG_20160618_114622942

No segundo dia do CONECEF, os debates ocorreram nos Grupos de Trabalho. Os temas discutidos em cada grupo foram divididos da seguinte forma: Grupo 1) Saúde e condições de trabalho/Saúde Caixa/GDP; 2) FUNCEF/aposentados/Prevhab; 3) Segurança/Infraestrutura/terceirização;  4) Caixa 100% pública/contratação/Sipon/jornada; e 5) Isonomia/carreira/reestruturação. Os debates se iniciaram pela manhã e se estenderam pelo período da tarde. Além desses temas específicos, estava prevista a discussão da organização do movimento, o que só não ocorreu em todos os grupos porque em alguns deles o tratamento do temário específico extrapolou o tempo para os trabalhos do grupo.

Nessa etapa, entre as questões de interesse geral d@s empregad@s da CAIXA, foram defendidas demandas importantes para @s profissionais do Trabalho Social, tais como: capacitações e ferramentas de trabalho; adequações das funções, níveis e remunerações; suporte para a atuação em visitas técnicas fora do horário de expediente regular; revisão do quantitativo de empregad@s e funções por unidade, garantindo-se ao menos um APS/TS por GIGOV/GIHAB. A aprovação desses itens nos grupos demonstrou o reconhecimento da relevância do TS para o papel social e espírito público da CAIXA.

Após os debates nos grupos, as questões polêmicas foram submetidas para apreciação da plenária, com tod@s @s delegad@s. Após a resolução dessas questões, os relatórios de cada grupo foram submetidos à votação e aprovados.

Plenária Final

IMG_20160619_120242753

Na plenária final do CONECEF houve apreciação das questões de organização do movimento que não foram objeto de consenso nos grupos de trabalho, tais como mecanismos de escolha de integrantes da CEE, demanda pela reposição das perdas a partir do Plano Real, dimensionamento do número de delegad@s, entre outras.

Decididas essas questões, foram apreciadas as moções. Uma delas, repudiando restrições ao PMCMV Entidades e apoiando maior participação dos movimentos populares de moradia na formulação das políticas públicas de Habitação de Interesse Social, foi proposta conjuntamente por APS/TS e colegas do Rio Grande do Sul. As moções foram todas votadas em bloco e aprovadas pela plenária.

Por fim, após um longo processo de negociação, as forças políticas e entidades representativas consolidaram um texto de consenso, marcando posição contrária ao governo interino, às ameaças aos direitos trabalhistas e em defesa da CAIXA 100% pública. Esse texto simbolizou a unidade d@s trabalhador@s na luta pela manutenção da CAIXA como banco voltado para o interesse público, para o desenvolvimento do país e para a melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.

IMG_20160617_222616397

Reunião da Social Caixa com GEHEN e GEPAD

Reuniram-se nessa quinta-feira (02/06), na matriz da CAIXA, representantes da Social Caixa, da GEHEN (Gerência Nacional da Rede de Habitação, vinculada à VIHAB) e da GEPAD (Gerência Nacional de Normas e Padrões Técnicos, vinculada à VIGOV).

A gestão técnica do Trabalho Social em habitação, até então no âmbito da GEHPA (GN de Normas e Padrões Técnicos da Construção Civil), passou para a GEHEN, gerência que também é responsável pelas atividades relacionadas ao acompanhamento da qualidade e à gestão da rede. Tal mudança não implicou em alterações nas ações planejadas quando o TS estava vinculado à GEHPA. Ademais, identificam-se sinergias entre o TS e as outras atividades da GEHEN, principalmente quanto às ações que visam à sustentabilidade dos empreendimentos no contexto pós-ocupação.

No que diz respeito à GEPAD, foi ressaltada a consolidação da gestão técnica do TS na área de governo, após a reestruturação da área de desenvolvimento urbano (divisão das GIDUR em GIHAB e GIGOV). Ou seja, o estabelecimento de uma gerência executiva específica do TS, elaboração de normativo próprio, realização de Grupos de Trabalho e o oferecimento de ações educacionais.

Diante do diagnóstico apresentado pela Social Caixa, delineando um quadro das condições de trabalho d@s APS/TS nas filiais, ambas as áreas da matriz apresentaram ações que vêm sendo planejadas, ou mesmo já sendo implementadas, a fim de propiciar melhorias para a atuação d@s profissionais do TS. Nesse sentido, as duas gerências demonstraram especial atenção às ações de formação, qualificação e capacitação do corpo técnico, para que o quadro de APS/TS da CAIXA consiga, cada vez com mais qualidade, atender às necessidades dos tomadores e garantir o êxito dos projetos de TS.

O encontro mostrou-se extremamente oportuno: por um lado, foi possível dar conhecimento do conjunto de demandas d@s APS/TS às gerências técnicas do TS; por outro lado, houve oportunidade de conhecer melhor as possibilidades e limitações daquelas gerências no atendimento dessas demandas, permitindo que a associação busque as estratégias mais efetivas para cada caso. De todo modo, ficou claro que tanto a Social Caixa quanto a GEPAD e GEHEN têm um objetivo em comum: promover a valorização do Trabalho Social – uma atividade que reconhecidamente diferencia a CAIXA dos demais bancos.

ae0c029a-c171-4a41-a11a-7517b9f4ef63
Da esquerda para a direita: Maria Emília (GEHEN); Rogério, Débora e Roger (GEPAD); Daniel (GEHEN); Eduardo e Giuliano (Social Caixa)

Social Caixa participa de reunião preparatória da CEE/CAIXA

WhatsApp-Image-20160601

A Social Caixa participou de reunião preparatória da CEE/CAIXA, que ocorreu nesta quarta-feira (01/06), em Brasília.

O encontro, além de alinhar as pautas a serem apresentadas pela comissão na reunião com a CAIXA nesta quinta-feira (02/06), permitiu que a Social Caixa –representada pelo presidente Giuliano e o secretário Eduardo— fizesse uma apresentação sobre o Trabalho Social na CAIXA e suas demandas. A reunião também tratou de aspectos relacionados ao CONECEF (Congresso Nacional dos Empregados da CEF), que ocorrerá entre 17 e 19 de junho.

Os representantes da Social Caixa fizeram uma explanação sobre o Trabalho Social e sua estrutura de funções.

Foi salientada a importância do Trabalho Social para o papel social da CAIXA, atuando na melhoria da qualidade de vida dos beneficiários dos programas de governo. Ao mesmo tempo, foram apontados os desafios e dificultadores encontrados, desde o dimensionamento do quadro de APS/TS até insuficiências dos proponentes, que exigem uma atuação mais próxima para viabilizar o andamento dos projetos.

Nesse contexto, foram apresentadas as cláusulas relativas ao TS aprovadas no último CONECEF, que visam a melhorar a qualidade do trabalho e o reconhecimento d@s profissionais.

A representação da CEE/CAIXA acolheu as demandas da Social Caixa, reforçando o reconhecimento que essas fazem parte da luta em defesa do papel social da CAIXA.

Nesse sentido, é fundamental que @s profissionais do TS na CAIXA se mobilizem e se apropriem cada vez mais das demandas e lutas da categoria bancária, da qual fazemos parte. A primeira oportunidade de fazê-lo é participar do CONECEF e reafirmar e incluir cláusulas que proponham melhorias ao TS. Incentivamos a participação nos encontros estaduais/regionais e, se for possível, no congresso como delegad@s. Procure o seu representante sindical e se informe sobre as datas desses encontros.

Eleições Funcef 2016: sua participação é fundamental!

Entre os dias 16 e 18 de maio, serão realizadas eleições para a escolha d@s representantes d@s empregad@s da CAIXA no Conselho Diretor e no Conselho Fiscal da FUNCEF. O processo eleitoral definirá quem ocupará uma das vagas no CD e no CF, e respectiv@s suplentes.

Em um momento em que muito se discute o déficit atuarial dos planos da fundação, bem como as formas de equacionamento, entendemos que a participação de tod@s é fundamental! Pois esta é uma das maneiras de participarmos das decisões da FUNCEF.

Apesar disso, nas últimas eleições, pouco mais de 40% d@s eleitor@s exerceram seu direito de escolher sua representação.

Evidentemente, nossa participação não deve ficar restrita ao exercício do direito de voto, mas deve se estender ao acompanhamento sistemático das ações da fundação, exigindo transparência em todos os atos administrativos. Afinal, é nosso futuro que está em jogo!

A Social Caixa recomenda que tod@s @s associad@s se envolvam nesse processo eleitoral. E, uma vez definidas as eleições, que acompanhem ativamente os rumos da FUNCEF.


Saiba mais sobre o processo eleitoral:


Enumeramos a seguir as chapas inscritas nas Eleições FUNCEF 2016:

CHAPA 1: AUDITORES DE OLHO NA FUNCEF

Conselho Deliberativo

Titular José Robson Almeida de Oliveira
Suplente Normando Kleber Xavier Alves

Conselho Fiscal

Titular Paulo Germano da Costa Alves
Suplente José Luiz Machado Freire

 

CHAPA 2: GESTÃO E PARTICIPAÇÃO

Conselho Deliberativo

Titular Lúcio Flávio Mourão Santos
Suplente Rogério Antonio Vida Gomes

Conselho Fiscal

Titular Heitor Menegale
Suplente José Alves Feitosa Filho

 

CHAPA 3: REAGE FUNCEF

Conselho Deliberativo

Titular Rossini Ewerton Pereira da Silva
Suplente Ademar de Souza Santos

Conselho Fiscal

Titular Marlene Almeida Marinho
Suplente Alfredo Alves da Costa Filho

 

CHAPA 4: INDEPENDÊNCIA E CONHECIMENTO NA FUNCEF

Conselho Deliberativo

Titular Lizandre de Souza Borges
Suplente Leo Paim de Mesquita

Conselho Fiscal

Titular Célia Margit Zingler
Suplente Rita de Cassia de Souza

 

CHAPA 5: FUNCEF PRA GENTE

Conselho Deliberativo

Titular Antonio Luiz Fermino
Suplente Emanoel Souza de Jesus

Conselho Fiscal

Titular Valter San Martin Ribeiro
Suplente Silvana Andrea F.P. Anaruma

 

CHAPA 6: SOS FUNCEF QUEM MEXEU NO MEU DINHEIRO?

Conselho Deliberativo

Titular Beatriz Kauduinsk Cardoso
Suplente Carlos Antonio Silva

Conselho Fiscal

Titular José Mauro de Araújo Borges
Suplente Liane Vinagre Klautau

 

CHAPA 7: CONTROLE E RESULTADO

Conselho Deliberativo

Titular Luiz Henrique Muller
Suplente Antônio Schuck

Conselho Fiscal

Titular Analia Miguel Anuisiewicz
Suplente Marta Turra

 

Fonte: https://www.funcef.com.br/noticias/sete-chapas-inscritas-para-as-eleicoes.htm

Amanhã (25/02) tem mobilização nas redes sociais

NEGOCIA__O_2801

Está sendo convocada para amanhã, 25/02, uma ampla mobilização nas redes sociais, em protesto contra a postura intransigente da direção da CAIXA, que tem demonstrado pouca disposição para o diálogo.

No atual contexto, em que se multiplicam os boatos sobre a reestruturação, o silêncio da direção da empresa provoca um clima de tensão e apreensão diante das incertezas sobre o futuro. Entre nós, APS/TS, a situação não é diferente.

Assim, sua participação é fundamental!

Participe da mobilização, expressando sua indignação e postando amanhã com as hashtags #CaixaRespeiteoEmpregado #CaixaCumpraosAcordos #CaixaSejaTransparente e #SocialCaixa

Do site da FENAE:

Amanhã é dia de mobilização nas redes sociais contra o desrespeito da Caixa

Atenção, empregados da Caixa Econômica Federal! Amanhã, 25 de fevereiro, será um dia dedicado à mobilização nas redes sociais em protesto contra o desrespeito à categoria, o descumprimento de cláusulas dos últimos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) e a falta de transparência por parte da direção do banco.

O movimento nacional da categoria lembra que é necessário que a movimentação seja ampla e ocorra durante todo o dia. Devem ser usadas as hashtags #CaixaRespeiteoEmpregado #CaixaCumpraosAcordos e #CaixaSejaTransparente. Também é importante citar o perfil da Caixa no Twitter (@Caixa) e no Facebook. Considere também marcar os colegas de banco, ampliando ainda mais o alcance das postagens.

“A mobilização nas redes sociais é mais uma forma que nós temos para pedir mais respeito às negociações, transparência nas reestruturações que estão em estudo e mais contratações. Os posts nas redes sociais são, sim, uma forma eficaz de mostrar nossa indignação com essa postura da direção da empresa”, afirma Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

 

Dia Nacional de Luta

 

Mas as mobilizações contra o desrespeito da direção da Caixa não estarão restritas às redes sociais. Na próxima quinta-feira, 2 de março, será realizado um Dia Nacional de Luta. Na data, as federações e os sindicatos de bancários vão realizar diversas ações em suas bases. Uma delas é o retardamento da abertura das agências, envolvendo a sociedade no debate.

“É fundamental que os empregados participem das atividades. Na atual gestão, infelizmente, acabou o diálogo com a categoria e as entidades representativas, que foi retomado há alguns anos. Enquanto não mostrarmos toda a nossa indignação, a direção do banco vai continuar ignorando as reivindicações da categoria e, o que é pior, se negando a cumprir o que aceita na mesa de negociação”, acrescenta Fabiana Matheus, que também é diretora de Administração e Finanças da Fenae.

O diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Dionísio Reis, acrescenta que o banco descumpriu a cláusula 50 do acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2014 que determinava a contratação de mais 2 mil funcionários até o final de 2015. “Não aceitamos essa política que aumentará a sobrecarga e o adoecimento entre os trabalhadores. Nossa resposta será a mobilização, com protestos, além de intensificar, junto à população, a coleta de assinaturas por mais empregados”, afirma Dionísio Reis.

Na última reunião da mesa permanente, no dia 28 de janeiro, representantes do banco demonstraram a disposição da Caixa de descumprir as cláusulas previstas nos dois últimos ACTs. São os casos da falta de contratação, da destinação do superávit do Saúde Caixa e do retorno do Adiantamento Assistencial Odontológico. Já quanto à transparência, um exemplo é a falta de clareza sobre o processo de reestruturação das GIRETs.

12744172_1019961471359609_8122199260339510212_n