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Nota das entidades representativas dos empregados da Caixa

Reproduzimos abaixo nota das entidades representativas dos empregados da Caixa:

É com imensa preocupação que as entidades representativas dos empregados da Caixa Econômica Federal acompanham o anúncio de que o sócio e diretor do Banco Brasil Plural, Pedro Guimarães, será o presidente da empresa pública.

O Brasil Plural é o principal credor no processo de recuperação judicial da empresa Ecovix, na qual Caixa e Banco do Brasil também são credores. É evidente, portanto, a incompatibilidade, por conflito de interesses, de um sócio-diretor do Brasil Plural ocupar qualquer cargo de gestão nos bancos federais.

Além do evidente impedimento, pesa contra a empresa de Pedro Guimarães a suspeita de envolvimento na supervalorização artificial registrada pelo FIP Florestal, fundo do qual a Brasil Plural é gestora. A operação causou prejuízos à Funcef e à Petros e está sob investigação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal no âmbito da Operação Greenfield.

Esses motivos tornam a indicação de Guimarães extremamente temerária e suspeita, para muito além dos interesses privatistas os quais, ademais, jamais foram mantidos em segredo.

É importante lembrar que a Caixa não pertence a um governo, mas ao Estado brasileiro. Ela mantém hoje a melhor estrutura de capital entre todos os bancos brasileiros, já alcançou este ano o maior lucro da sua história, vem sendo administrada nas últimas gestões por empregados de carreira e continua sendo o banco essencial para a sociedade. Precisamos estar atentos!

Fórum das Entidades Representativas dos Empregados da Caixa

Nota: Reestruturação das Filiais 2017

A Social Caixa – Associação Nacional dos Técnicos Sociais e Assistentes de Projetos Sociais da CAIXA – vem a público manifestar sua preocupação com a reestruturação das Gerências Executivas de Habitação e Governo, anunciada na data de hoje (17/07/2017).

De acordo com as informações divulgadas até o momento, haverá a extinção de 8 unidades de Governo e 7 de Habitação; enquanto 15 gerências de Governo e 11 de Habitação passarão a ter o status de representação.

Tememos o impacto de tais mudanças na qualidade do acompanhamento do Trabalho Social, componente de extrema importância na promoção das políticas públicas de Habitação de Interesse Social, Saneamento e outras atreladas aos contratos vinculados à Caixa Econômica Federal.

Manifestamos também nossa apreensão acerca dos possíveis efeitos dessa reestruturação sobre as carreiras dos Assistentes de Projetos Sociais e Técnicos Sociais, profissionais que buscam o constante aperfeiçoamento a fim de qualificar os projetos do Trabalho Social nas intervenções de Desenvolvimento Urbano e Rural, e que agora podem estar diante de um obstáculo à sua progressão nesse ramo.

De todo modo, reafirmamos nosso compromisso de defesa intransigente da CAIXA como banco público e de seu papel social.

Social Caixa

17 de julho de 2017

Moção de apoio à campanha “Se é público, é para todos”

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A Social Caixa –Associação Nacional dos Técnicos Sociais e Assistentes de Projetos Sociais da CAIXA–, vem a público manifestar seu apoio à campanha Se é público, é para todos, em defesa das empresas e bens públicos, lançada ontem, dia 06 de junho, pelo Comitê em defesa das empresas públicas.

Na condição de empregados da Caixa Econômica Federal, instituição centenária que tem participado das grandes transformações sociais deste país, nos engajamos na luta em defesa desse banco público, que em muito ultrapassa seu papel de instituição financeira. Com efeito –e como Assistentes de Projetos Sociais e Técnicas e Técnicos Sociais podemos atestá-lo–, a CAIXA tem exercido um papel fundamental para a melhoria nas condições de vida de milhões de brasileiras e brasileiros, por meio da operacionalização de programas como o Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, PAC, entre outros. Entendendo que esse papel social não pode ser desempenhado por uma instituição financeira que tenha aspirações meramente mercadológicas, defendemos intransigentemente a CAIXA enquanto instituição pública.

Na atual conjuntura, em que diversos direitos, políticas públicas e programas sociais estão ameaçados por uma agenda neoliberal, a defesa das empresas e bens públicos constitui-se numa luta urgente, que conta com nosso irrestrito apoio.

 

São Paulo, 07 de junho de 2016.

 

Social Caixa

Diretoria e Conselhos

Eleições Funcef 2016: sua participação é fundamental!

Entre os dias 16 e 18 de maio, serão realizadas eleições para a escolha d@s representantes d@s empregad@s da CAIXA no Conselho Diretor e no Conselho Fiscal da FUNCEF. O processo eleitoral definirá quem ocupará uma das vagas no CD e no CF, e respectiv@s suplentes.

Em um momento em que muito se discute o déficit atuarial dos planos da fundação, bem como as formas de equacionamento, entendemos que a participação de tod@s é fundamental! Pois esta é uma das maneiras de participarmos das decisões da FUNCEF.

Apesar disso, nas últimas eleições, pouco mais de 40% d@s eleitor@s exerceram seu direito de escolher sua representação.

Evidentemente, nossa participação não deve ficar restrita ao exercício do direito de voto, mas deve se estender ao acompanhamento sistemático das ações da fundação, exigindo transparência em todos os atos administrativos. Afinal, é nosso futuro que está em jogo!

A Social Caixa recomenda que tod@s @s associad@s se envolvam nesse processo eleitoral. E, uma vez definidas as eleições, que acompanhem ativamente os rumos da FUNCEF.


Saiba mais sobre o processo eleitoral:


Enumeramos a seguir as chapas inscritas nas Eleições FUNCEF 2016:

CHAPA 1: AUDITORES DE OLHO NA FUNCEF

Conselho Deliberativo

Titular José Robson Almeida de Oliveira
Suplente Normando Kleber Xavier Alves

Conselho Fiscal

Titular Paulo Germano da Costa Alves
Suplente José Luiz Machado Freire

 

CHAPA 2: GESTÃO E PARTICIPAÇÃO

Conselho Deliberativo

Titular Lúcio Flávio Mourão Santos
Suplente Rogério Antonio Vida Gomes

Conselho Fiscal

Titular Heitor Menegale
Suplente José Alves Feitosa Filho

 

CHAPA 3: REAGE FUNCEF

Conselho Deliberativo

Titular Rossini Ewerton Pereira da Silva
Suplente Ademar de Souza Santos

Conselho Fiscal

Titular Marlene Almeida Marinho
Suplente Alfredo Alves da Costa Filho

 

CHAPA 4: INDEPENDÊNCIA E CONHECIMENTO NA FUNCEF

Conselho Deliberativo

Titular Lizandre de Souza Borges
Suplente Leo Paim de Mesquita

Conselho Fiscal

Titular Célia Margit Zingler
Suplente Rita de Cassia de Souza

 

CHAPA 5: FUNCEF PRA GENTE

Conselho Deliberativo

Titular Antonio Luiz Fermino
Suplente Emanoel Souza de Jesus

Conselho Fiscal

Titular Valter San Martin Ribeiro
Suplente Silvana Andrea F.P. Anaruma

 

CHAPA 6: SOS FUNCEF QUEM MEXEU NO MEU DINHEIRO?

Conselho Deliberativo

Titular Beatriz Kauduinsk Cardoso
Suplente Carlos Antonio Silva

Conselho Fiscal

Titular José Mauro de Araújo Borges
Suplente Liane Vinagre Klautau

 

CHAPA 7: CONTROLE E RESULTADO

Conselho Deliberativo

Titular Luiz Henrique Muller
Suplente Antônio Schuck

Conselho Fiscal

Titular Analia Miguel Anuisiewicz
Suplente Marta Turra

 

Fonte: https://www.funcef.com.br/noticias/sete-chapas-inscritas-para-as-eleicoes.htm

Amanhã (25/02) tem mobilização nas redes sociais

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Está sendo convocada para amanhã, 25/02, uma ampla mobilização nas redes sociais, em protesto contra a postura intransigente da direção da CAIXA, que tem demonstrado pouca disposição para o diálogo.

No atual contexto, em que se multiplicam os boatos sobre a reestruturação, o silêncio da direção da empresa provoca um clima de tensão e apreensão diante das incertezas sobre o futuro. Entre nós, APS/TS, a situação não é diferente.

Assim, sua participação é fundamental!

Participe da mobilização, expressando sua indignação e postando amanhã com as hashtags #CaixaRespeiteoEmpregado #CaixaCumpraosAcordos #CaixaSejaTransparente e #SocialCaixa

Do site da FENAE:

Amanhã é dia de mobilização nas redes sociais contra o desrespeito da Caixa

Atenção, empregados da Caixa Econômica Federal! Amanhã, 25 de fevereiro, será um dia dedicado à mobilização nas redes sociais em protesto contra o desrespeito à categoria, o descumprimento de cláusulas dos últimos Acordos Coletivos de Trabalho (ACT) e a falta de transparência por parte da direção do banco.

O movimento nacional da categoria lembra que é necessário que a movimentação seja ampla e ocorra durante todo o dia. Devem ser usadas as hashtags #CaixaRespeiteoEmpregado #CaixaCumpraosAcordos e #CaixaSejaTransparente. Também é importante citar o perfil da Caixa no Twitter (@Caixa) e no Facebook. Considere também marcar os colegas de banco, ampliando ainda mais o alcance das postagens.

“A mobilização nas redes sociais é mais uma forma que nós temos para pedir mais respeito às negociações, transparência nas reestruturações que estão em estudo e mais contratações. Os posts nas redes sociais são, sim, uma forma eficaz de mostrar nossa indignação com essa postura da direção da empresa”, afirma Fabiana Matheus, coordenadora da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).

 

Dia Nacional de Luta

 

Mas as mobilizações contra o desrespeito da direção da Caixa não estarão restritas às redes sociais. Na próxima quinta-feira, 2 de março, será realizado um Dia Nacional de Luta. Na data, as federações e os sindicatos de bancários vão realizar diversas ações em suas bases. Uma delas é o retardamento da abertura das agências, envolvendo a sociedade no debate.

“É fundamental que os empregados participem das atividades. Na atual gestão, infelizmente, acabou o diálogo com a categoria e as entidades representativas, que foi retomado há alguns anos. Enquanto não mostrarmos toda a nossa indignação, a direção do banco vai continuar ignorando as reivindicações da categoria e, o que é pior, se negando a cumprir o que aceita na mesa de negociação”, acrescenta Fabiana Matheus, que também é diretora de Administração e Finanças da Fenae.

O diretor do Sindicato e integrante da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Dionísio Reis, acrescenta que o banco descumpriu a cláusula 50 do acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2014 que determinava a contratação de mais 2 mil funcionários até o final de 2015. “Não aceitamos essa política que aumentará a sobrecarga e o adoecimento entre os trabalhadores. Nossa resposta será a mobilização, com protestos, além de intensificar, junto à população, a coleta de assinaturas por mais empregados”, afirma Dionísio Reis.

Na última reunião da mesa permanente, no dia 28 de janeiro, representantes do banco demonstraram a disposição da Caixa de descumprir as cláusulas previstas nos dois últimos ACTs. São os casos da falta de contratação, da destinação do superávit do Saúde Caixa e do retorno do Adiantamento Assistencial Odontológico. Já quanto à transparência, um exemplo é a falta de clareza sobre o processo de reestruturação das GIRETs.

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